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Usinagem eletroerosão

Para muita gente a ideia de usinagem eletroerosão é completamente desconhecida e atípica, não fazendo parte do que é compreendido pela maioria das pessoas.

Felizmente, esse é um conceito de usinagem cada vez mais presente no mercado e que pode trazer benefícios variados para quem atua nesse meio, ou se interessa por.

Assim sendo, a seguir nós vamos falar sobre usinagem eletroerosão, para que você possa compreender mais sobre esse tipo de usinagem e o que ele pode oferecer de bom. Vem conferir.

O que é a usinagem eletroerosão?

A usinagem eletroerosão é um tipo de usinagem que é feito a partir do uso de corrente elétrica, como dá para se prever pelo nome que esse tipo de serviço recebeu.

O processo funciona mais ou menos assim: é usado um eletrodo para fazer com que a peça seja usinada. De modo geral, esse tipo de usinagem cai bem para furos e também outras seções internas.

Necessidades prévias

Não é possível fazer a usinagem eletroerosão se a peça a ser usinada não conseguir conduzir corrente elétrica. Além disso, o eletrodo que vai ser utilizado no processo precisa ter um formato da cavidade que se deseja obter na peça usinada. Um exemplo: se você quer usinar um furo sextavado é necessário que o eletrodo tenha forma de hexágono, e o tamanho corresponda ao do furo em questão!

Como ocorre todo o processo de eletroerosão?

O processo de eletroerosão, através do qual acontece a usinagem eletroerosão é relativamente complexo, mas vale a explicação para aqueles que tem interesse em saber mais sobre. Veja a seguir a descrição:

  • O primeiro passo para ocorrer o processo é ligar o eletrodo e a peça a um circuito de corrente contínua. Devem ser utilizados cabos de polaridade positiva no caso do eletrodo e de polaridade negativa, no caso da peça;

  • Depois tanto a peça quanto o eletrodo passam por um mergulho especial em um líquido feito para não conduzir eletricidade. Esse líquido se chama dielétrico;

  • A partir do momento que for feito esse mergulho são aproximados o eletrodo e a peça, com o objetivo de que haja uma distância pequena entre elas para se acionar o fluxo elétrico;

  • Uma vez que for acionado esse circuito se forma uma fagulha de eletricidade, que permite a passagem do fluxo elétrico entre a peça e o eletrodo;

  • Essa fagulha começa a aquecer, até ficar superaquecida e assim fundir o material;

  • Depois que se faz a fagulha se desliga todo o fluxo e se desprende a peça;

É interessante observar que todo esse processo acontece muito mais rapidamente do que talvez você possa imaginar. Todo esse tempo é controlado por comandos eletrônicos, e o ciclo acaba se repetindo mais de 200 mil vezes por segundo!

Milhares de fagulhas vão erodindo aos poucos a peça, e esse desgaste vai vagarosamente abrindo a cavidade que terá o formato do desejado eletrodo em questão. Quando eles vão se distanciando novamente o eletrodo se aproxima da peça, para que esse processo continue sem parar até que a usinagem tenha ocorrido conforme planejado!

É um processo, como dá para se ver, bem complexo e que pede muita expertise, muito envolvimento no uso de aparelhagem de qualidade e é necessário contar com bons profissionais. Talvez por isso seja difícil achar quem o faça bem.

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